(Cap. 1) - O começo de tudo
Desde dezembro do ano passado, comecei - mais intensamente - a penetrar no mundo do tarô. Não que eu nunca tivesse tido vontade de conhecer o assunto, de aprender a jogar, de ser capaz de conhecer (ai, como eu era pretensiosa, meu Deus!) o futuro. Mas, como péssimo ser que sou, me guiei pelas avaliações alheias ("O tarô acabou com a minha vida", "tem que ser médium para jogar", "você não está preparada", "isso é modinha", dentre outras belezas que coletei desde muitos anos atrás) - dessa forma, atrasando por diversos anos a minha vontade de conhecer o tarô, de vivenciar o seu poder.
Não, a ideia de aprender não é de agora. Vem de meus 19 anos, pelo menos.
Pra saciar - de forma paliativa, é certo - virei aquela que adorava jogar via internet, sem critério e confiando em qualquer coisa. Mas, só me apegando ao resultado prático - sem ao menos ter ideia da teoria que cerca tudo. Coisas de menina, que só a maturidade (ou quase) curam.
Engraçado que, de certa forma, o meu desejo de aprender tarô explodiu de forma intensa ao me envolver em uma "amizade", que no fim se revelou extremamente danosa. De todas as ruínas, ficou essa inspiração às cartas. (Aí fica uma boa lição: temos que passar pelos males, para puxar algo de positivo dali - e sempre existe, basta saber procurar! #fikdik)
Comprei um baralho tipo iniciante-menininha-da-Capricho, com um livrinho explicativo. O que não me adiantou de nada - sem uma noção prévia, fiquei com uma explicação frágil e até pífia - como confiar, por exemplo, no que é dito sobre os arcanos menores? Complicado, gente, muito complicado...
Foi quando o bichinho da curiosidade roeu mais fundo, e comecei a pesquisar mais. Mais. MAIS. E comprar livros. Mas todos eles eram de uma linguagem extremamente forte, para alguém que já era iniciado - e eu só ensaiava aprender, mas não sabia de muita coisa
Mas, a vontade era mais forte que tudo, e de cada um, fui pegando algo...
(continua em breve...)

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